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Balkan Tecnologia

Troca do sistema legado, uma parte de cada vez

Substituímos o sistema antigo uma função de cada vez: a parte nova assume um pedaço, o antigo continua rodando o resto, até poder ser desligado.

Fio verde-menta ligando três cartões em branco, como a planta de um sistema, ao lado de um compasso de latão.

Para quem é

Para empresas que dependem de um sistema antigo para operar e não podem parar para trocá-lo.

O que resolve

  • O sistema roda o faturamento há anos, mas só uma pessoa sabe mexer nele.
  • Toda publicação é um risco, então a equipe evita mudar qualquer coisa.
  • A linguagem e o banco são tão antigos que ficou difícil contratar quem conheça.
  • Uma reescrita completa já foi tentada e parou no meio.
  • Ligar o sistema ao Pix, a APIs ou a sistemas novos exige gambiarras cada vez maiores.

O que fazemos

Mapa do sistema atual
Funções, dependências, integrações e dados do legado, incluindo o que ninguém documentou.
Ordem de troca
Quais partes saem primeiro, pelo valor e pelo risco de cada uma.
Camada na frente do legado
Um ponto de entrada que decide se cada chamada vai para o sistema novo ou para o antigo.
Dados nos dois lados
Sincronização entre o banco antigo e o novo enquanto os dois sistemas convivem.
Comparação de resultados
O sistema novo roda em paralelo e as respostas dos dois são comparadas antes da virada.
Plano de volta em cada etapa
Cada parte pode voltar para o sistema antigo se algo der errado na virada.
Desligamento do legado
Quando a última função sai, o sistema antigo é desligado e os dados, arquivados.

O que você recebe

  • Mapa do legado: funções, dependências, integrações e dados
  • Plano de troca por partes, com a ordem e os critérios de cada virada
  • Camada de roteamento e sincronização de dados entre o antigo e o novo
  • Cada parte nova em produção, com testes e monitoramento
  • Roteiro de volta para cada virada

Como fazemos

  1. Mapeamento

    Leitura do código, dos dados e das integrações, e conversa com quem usa o sistema.

  2. Primeira parte

    Escolhemos uma função de risco baixo para provar o caminho.

  3. Convivência

    Sistema novo e antigo rodando juntos, com os dados sincronizados.

  4. Viradas sucessivas

    Uma parte por vez, cada uma com comparação, acompanhamento e plano de volta.

  5. Desligamento

    O legado sai de cena quando não sobra nenhuma função nele.

Exemplos de tecnologia

  • NGINX
  • Debezium
  • PostgreSQL
  • RabbitMQ
  • Docker
  • OpenTelemetry

Serviços relacionados

Perguntas frequentes

Não é mais rápido reescrever tudo de uma vez?

Parece, mas a reescrita completa só entrega valor no fim e concentra todo o risco numa única virada. Trocando por partes, cada etapa já entra em produção e pode voltar atrás.

Quanto tempo leva?

Depende do tamanho do legado, de quantas integrações ele tem e da qualidade dos dados. É o mapeamento inicial que permite estimar com seriedade.

A operação para durante a troca?

O objetivo é que não pare. As viradas são planejadas para horários de menor uso e cada uma tem plano de volta.

E os dados do sistema antigo?

Eles migram junto com cada parte, com conferência entre o antigo e o novo. Quando o volume é grande, isso vira um trabalho próprio de migração de dados.

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