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Balkan Tecnologia

Segurança dentro do desenvolvimento, não só no final

Levamos a segurança para dentro do desenvolvimento: modelagem de ameaças, revisão de código, varredura de dependências e de segredos e verificações automáticas a cada mudança.

Fio verde-menta com um nó firme, ao lado de um cadeado de latão aberto.

Para quem é

Para empresas que tratam dados ou dinheiro de clientes e só olham a segurança quando algo acontece.

O que resolve

  • Uma chave de acesso foi parar no repositório, e ninguém sabe desde quando.
  • Uma falha conhecida numa biblioteca fica meses no sistema sem ninguém perceber.
  • Um cliente grande mandou um questionário de segurança, e ninguém sabe responder.
  • A segurança só é discutida depois do incidente, nunca no desenho da funcionalidade.

O que fazemos

Modelagem de ameaças
Para cada funcionalidade sensível, o que pode dar errado, quem ganharia com isso e como impedir.
Revisão de código seguro
Revisão focada em autenticação, autorização, validação de entrada e tratamento de dados sensíveis.
Dependências e segredos
Varredura de bibliotecas com falhas conhecidas e de chaves esquecidas no código e no histórico.
Verificações no pipeline
Análise estática e de dependências a cada mudança, dentro do pipeline de publicação.
Referências abertas
Os guias da OWASP servem de referência para os controles; isso não é uma declaração de conformidade.
Correção de achados
Achados de testes de invasão feitos por terceiros, priorizados e corrigidos com teste de regressão.

O que você recebe

  • Modelo de ameaças das funcionalidades sensíveis
  • Verificações de código, dependências e segredos rodando no pipeline
  • Relatório da revisão de segurança, com prioridade e correção sugerida
  • Plano de correção dos achados, acompanhado até o fechamento
  • Respostas técnicas para os questionários de segurança dos seus clientes

Como fazemos

  1. Mapa de riscos

    Dados sensíveis, pontos de entrada e quem pode fazer o quê no sistema.

  2. Modelagem de ameaças

    Sessões curtas com a equipe sobre as funcionalidades de maior risco.

  3. Verificações automáticas

    As análises entram no pipeline, primeiro avisando, depois bloqueando o que é grave.

  4. Correção

    Achados priorizados por risco e corrigidos junto com o trabalho normal.

  5. Teste independente

    Quando for o caso, um teste de invasão feito por terceiros confere o resultado.

Exemplos de tecnologia

  • OWASP ASVS
  • Semgrep
  • Trivy
  • Gitleaks
  • Dependabot
  • ZAP

Serviços relacionados

Perguntas frequentes

Quem faz o teste de invasão?

Um especialista independente, contratado por você ou definido no projeto, com autorização formal. A Balkan prepara o ambiente e o escopo técnico, responde às dúvidas e corrige o que for encontrado.

Depois disso o sistema fica seguro?

Nenhum trabalho elimina todo risco. O que muda é que as falhas conhecidas são procuradas o tempo todo, e não só depois de um incidente, e cada achado tem dono e prazo de correção.

Vocês ajudam com questionários de segurança de clientes?

Na parte técnica, sim: como os dados são guardados, quem tem acesso, como as mudanças são publicadas. Declarações em nome da empresa e cláusulas de contrato ficam com o seu jurídico.

Isso substitui uma auditoria ou uma certificação?

Não. É trabalho de engenharia feito dentro do desenvolvimento, e a Balkan não emite certificação. Para ver o estado do sistema num momento, existe a auditoria técnica.

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